Greve afeta quase tudo!

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Escolas deixaram de ter aulas, hospitais ficaram sem remédios e insumos, cidades sem água, frutas, gás e combustível

 

Greve deixa cidades sem água, frutas, gás e combustível além de obrigar as empresas de ônibus urbanos a circular só com parte da frota fora dos horários de pico. As de viagens intermunicipais cancelaram vários horários, assim como as aéreas, por falta de combustível nos aeroportos. Além de provocar congestionamentos devido às interdições de várias rodovias em todo o país, a greve dos caminhoneiros se refletiu nos postos. Nos supermercados e lojas, começou a faltar alimentos perecíveis como carne e frutas, gás de cozinha, água mineral em garrafão, hortaliças e vegetais. Já não é impossível achar cebolas e batatas nos sacolões, feiras e mercados de algumas cidades. Concursos também foram suspensos.

Quem viaja também tem problemas. Além de não poder abastecer no trajeto, há barreiras de caminhoneiros em várias estradas. Na Bahia, trechos das BRs 415 e 101, perto de Buerarema, Aurelino Leal e Itabuna, foram bloqueados. A paralisação dos caminhoneiros em mais de 20 estados também atingiu as postagens e entregas de objetos dos Correios. A empresa suspendeu temporariamente as postagens das encomendas com dia e hora marcados, além de avisar de atrasos no Sedex e PAC.

Escolas deixaram de ter aulas, hospitais ficaram sem remédios e insumos, a Embasa parou de tratar água por falta de produtos químicos, cirurgias foram adiadas, frangos morreram por falta de alimento, a produção de leite foi descartada, entre muitas outras consequências. Com a política de preços para os combustíveis da Petrobras adotada desde o ano passado, que altera quase diariamente o preço nas refinarias, o óleo diesel subiu 56,5% na refinaria, segundo cálculos do Centro Brasileiro de Infraestrutura – passou de R$ 1,5006 para R$ 2,3488 (sem impostos).

Na sexta-feira, o Presidente Michel Temer anunciou várias medidas que foram tomadas a pedido de 11 entidades de caminhoneiros e a convocação das forças federais, incluindo o Exército, para desobstruir as estradas bloqueadas por quem não cumprir o acordo.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

jornaldosol

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